Presidente da AEVC defende legitimidade do investimento feito no Alto Minho

O Presidente da AEVC e da CEVAL, Luís Ceia, defendeu ontem, em conferência de imprensa, a legitimidade do investimento de empresas do setor automóvel, metalúrgico e de energia, que nos últimos anos se têm instalado no Alto Minho.

Luís Ceia, que participou na Assembleia Geral da CECOTRAN – Plataforma de Cooperação Transfronteiriça, defendeu que “o mercado empresarial não tem limites” respondendo assim às acusações da Confederação Sindical CCOO que acusou o Alto Minho e Norte de Portugal de ‘não jogar com as mesmas regras’, criticando assim as recentes deslocalizações de empresas instaladas na Galiza e que têm optado por se instalar em Portugal.

Luís Ceia falava à margem da Assembleia da CECOTRAN onde foi apresentado o projeto ECICCI PLUS, em que a Associação Empresarial é parceira, e onde foi ainda a discutida a Conexão Ferroviária Norte de Portugal-Galiza.

A Conexão Ferroviária Norte de Portugal-Galiza foi aliás um dos destaques dos trabalhos que levaram a AEVC – Associação Empresarial do Alto Minho, a AIMinho, a Confederação de Empresários de Pontevedra (CEP) e a Confederação de Empresários de Ourense (CEO), a reafirmar o interesse e vontade dos empresários destas duas regiões para que se cumpram as decisões politicas dos Governos de Portugal e Espanha em modernizar as suas linhas férreas.

Sendo vital para os patrões dos patrões que a ligação Porto-Vigo-Ourense-Madrid se estabeleça o mais brevemente possível e que viabilize o incremento do movimento de pessoas e mercadorias, convergindo assim com os padrões europeus, criando na sua verdadeira aceção uma Rede Ferroviária Europeia, nomeadamente através da ligação com França.

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